domingo, julho 17, 2005

uma passagem revoltada sem rostos

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a noite percorreu a cidade incessante
os sons chegavam intangíveis
das pedras da calçada já desgastada

inebriada pelo vento,
arrastou-se no tempo entre cores e odores
um nome circula, lada a lado
entre a noite amortecida

condenada, com cor restringida
fecha portas aniquiladas,
mais rápida que o eterno tempo

o pavor uniu razões
num abismo apertando
loucuras inocentes, intangíveis
e minuciosas

a noite sentiu o mar saltar
entre nuvens reflectidas
em ondas atravessadas de rumores

era o subtrair de um recusado desejo.


l.maltez

3 comentários:

Anónimo disse...

Belissimo poema!
Gosto muito de te ler!
tenho saudades tuas!

beijos meu

Night disse...

Muito profundo o poema, a foto esta excelente...
Beijocas*

Anónimo disse...

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  abril desfolhado a tela já não é sinfonia nem as aves gritam como qualquer papoila num campo distante não há forças para sonhar ...